Eficiência do desenvolvimento inicial da soja em resposta à aplicação de biopotencializador em sementes de alto e baixo vigor
DOI:
https://doi.org/10.46420/TAES.e260003Palavras-chave:
Bioestimulante, Glycine max (L.) Merrill, Qualidade da emergênciaResumo
O tratamento de sementes com biopotencializadores pode melhorar a germinação e o crescimento inicial das plantas, especialmente quando da utilização de sementes de baixo vigor. Estes produtos atuam com reparadores fisiológicos e impulsionam a atividade metabólica, acelerando a velocidade de germinação e emergência. Objetivou-se com este estudo avaliar a eficácia da aplicação de biopotencializador a base extrato de algas e minerais no tratamento de sementes de soja de baixo e alto vigor sobre a emergência e o crescimento das plântulas. Os tratamentos foram dispostos no delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 × 5, com quatro repetições. Os tratamentos constituíram do uso de sementes de baixo e alto vigor e da aplicação de cinco doses de biopotencializador (0, 3, 6, 9 e 12 mL kg–1 de semente). Aos 14 dias após a semeadura, foram avaliados a porcentagem de emergência, índice de velocidade de emergência, tempo médio de emergência, comprimento e matéria seca da parte aérea e das raízes das plântulas. A aplicação de biopotencializador no tratamento de semente aumentou a taxa de emergência, velocidade de emergência e crescimento inicial das plântulas de soja oriundas de sementes de baixo e alto vigor. Sementes de soja de alto vigor possuem maior taxa de emergência, maior velocidade de emergência e maior taxa de crescimento inicial quando comparado as sementes de baixo vigor. A dose ótima do biopotencializador à base extrato de algas e minerais a ser recomendada para aplicação no tratamento das sementes de soja para estimular a emergência e o crescimento inicial das plântulas pode variar de 3 a 6 mL kg–1 de semente.
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